Eliane Alves, 14 anos, leonina. 02/08.
“Faz tempo que venho tentando concertar minha vida. Lembro-me de quando eu era mais forte, não caia facilmente e muito menos chorava. Já fui do tipo sonhadora, acreditava em qualquer coisa bonitinha que me falassem. Acho que foi por ser assim que me ferrei tanto, porque, um atrás do outro, os filhos da puta apareceram, sem que eu percebesse cada um acabou com um pedaço de mim. Aos poucos fui ficando isso; essa coisa idiota, que vive em cima de um ”foda-se”, bem complicada e sozinha.”